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Posts Tagged ‘Matthew Barney’

foto de Dara Liberman

Não é ano de Bienal em São Paulo, mas o mesmo prédio abriga até dia 4 de dezembro o melhor da arte contemporânea mundial. A mostra Em nome dos artistas reúne obras de Jeff Koons, Matthew Barney, Richard Prince e Cindy Sherman. São 219 obras do acervo do Museu de Arte Moderna Astrup Fearnley (em Oslo, Noruega). Dica de passeio imperdível para o próximo fim de semana.

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Quer tirar uma folga e fazer uma viagem para recompor as energias? Verve recomenda um final de semana no Instituto Inhotim, a apenas 60 quilômetros de Belo Horizonte. O encontro da mais bela natureza com a arte.  São 600 hectares de mata nativa e 45 de um jardim – que, diz a lenda, começou com um projeto de Burle Marx para o amigo e idealizador do Instituto, Bernardo Paz – que acaba de receber o título de jardim botânico. Gosta de copos-de-leite? Lá você poderá ver cerca de 450 espécies entre obras de renomados artistas de todo o mundo. Hélio Oiticica ( vale super a pena observar as mudanças de cores do penetrável Magic Square), Tunga, Cildo Meireles e Waltércio Caldas são alguns dos representantes da arte contemporânea brasileira.

Os destaques internacionais ficam por conta da de Chris Burden que repetiu a obra-performance feita em 1984 no Art Park – museu aberto hoje extinto em Nova Iorque. O famoso Bean Drop (2009) é composto por 71 vigas lançadas por um guindaste de 45 metros durante 12 horas. Em Inhotim, o Bean Drop fica no topo de uma montanha e acaba funcionando como para-raio. Para chegar lá, você precisa se aventurar em uma mini-floresta, mas fique tranqüila porque tem carrinho!

Olha o vídeo do dia em que a obra-instalação foi feita:

O museu-jardim é marcado por obras sensoriais como é o caso de The Murder of Crows (2008), de Janet Cardiff & George Bures Miller. Inspirado na gravura de Goya, O Sonho da Razão Produz Monstros, é uma das obras mais emocionantes. O visitante entra em uma enorme sala com dezenas de alto-falantes e mergulha em um sonho – talvez pesadelo – tão envolvente que depois é preciso sentar um tempo das maravilhosas poltronas de madeira assinadas por Hugo França para voltar à realidade.

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