Depois de seis anos trabalhando no cinema, Fernanda Brenner resolveu dedicar-se a outra arte: a de pintar, colar e desenhar quadros super poéticos e cheios de Verve.
Ela mistura desde uma placa de afiador de facas até aquela música que tocou no shuffle do computador. “As colagens são ideias que cruzam o meu caminho e me chamam atenção de alguma forma. São papéis antigos, frases de músicas, pessoas que eu vi por aí, outras inventadas. Tudo é sobreposto para criar um significado”.
Significado construído com muita delicadeza através dos desenhos de personagens melancólicos, da mistura de texturas e frases. O quadro? Imagem e palavra… Poesia visual.
Fernanda para ouvir: Thelonius Monk. Fernanda para ver: Annie Hall. Fernanda para ler: Haruki Murakami. E como acaba esse filme?
É ou não é uma mulher de verve?
EM TEMPO: Dia 16 de outubro começa a exposição de Fernanda na Galeria da Loja do Bispo. Verve vai.



